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31/08/2017

Morte acidental de um anarquista

 

Sucesso de público e crítica, com quatro temporadas lotadas em São Paulo, turnê por mais de 22 cidades e dois meses de apresentações no Rio de Janeiro, comédia de Dario Fo se apresenta no Teatro Gazeta


A comédia Morte Acidental de Um Anarquista, que já foi vista por aproximadamente 90 mil pessoas, volta aos palcos de São Paulo. A montagem do texto de Dario Fo, prêmio Nobel de Literatura em 1997 e um dos dramaturgos mais importantes da atualidade, fica em cartaz até 12 de novembro, com apresentações aos sábados e domingos, no Teatro Gazeta.


Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade.  Na delegacia, se passa por um falso juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. A polícia afirma que ele teria se jogado pela janela do quarto andar.  A imprensa e a população acreditam que foi jogado. O que teria acontecido realmente? O louco vai enganando um a um, assume várias identidades e, brincando com o que é ou não é real, desmonta o poder e acaba descobrindo a verdade de todos nós.


O autor Dario Fo partiu de um caso verídico, o “suicídio” de um anarquista em Milão em dezembro de 1969. Sua engenhosidade, sua capacidade de escrever diálogos cortantes, de criar tipos diversos dentro de uma mesma peça, representados por um mesmo ator, aliado a um profundo senso cômico, dão dimensão universal ao texto. É sua peça mais conhecida, montada no mundo inteiro. Recentemente em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles.


O personagem do Louco (Dan Stulbach) vê representar um juiz como ponto alto de sua “carreira”, pois já se passou por médico cirurgião, psiquiatra, bispo e engenheiro naval, entre outros. Na delegacia, preso pelo Comissário (Marcelo Castro) encontra os responsáveis pela investigação, o Delegado (Henrique Stroeter) e o Secretário de Segurança (Riba Carlovich). Depois a imprensa aparece, através da Jornalista (Maira Chasseraux). Todos, menos o Louco, inspirados em personagens reais.

Morte acidental de um anarquista

Henrique e Dan escolheram este texto para sua parceria cênica, motivados pela “diversão total e pela inteligência do Dario” como diz Dan e “pelo prazer de representar um clássico cômico popular e atual” como diz Henrique (que diz ter sido a montagem de Antônio Fagundes em 1985 a responsável pela sua escolha em ser ator. Dan não viu a montagem) ”é uma alegria total interpretar este personagem. um desafio diferente de tudo que já fiz”, diz Dan.

Baseado em fatos reais, a comédia mais famosa de Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura de 1997, diverte e esclarece, aprofunda e critica a vida e a nossa sociedade.


Serviço: 

Teatro Gazeta 

Avenida Paulista, 900 – São Paulo 

De 12 de agosto a 12 de Novembro

Cris Siqueira
cineculturatv@terra.com.br

Cris Siqueira, jornalista, assessor de imprensa, apresentador de TV e empresário do entretenimento e cultura há mais de 18 anos, dirige o Cine Cultura- TV e Teatro, pela SKY, OI TV, GVT, ITV,  Rede NGT de Televisão  e Tv Mantiqueira.


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