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21/04/2018

11 anos de JC: A importância do jornal impresso para sociedade

 

O Jornal da Cidade acaba de completar 11 anos de atividades ininterruptas em Atibaia e região. E neste data tão simbólica, nada melhor do que reviver com os leitores o fascínio que o jornal impresso sempre exerceu.

Desde a época do imperador César, embora não existisse, ainda, o jornal impresso, na antiga Roma, o mesmo fundara o Acta Diurna, como uma maneira oficial de noticiar, os resultados de guerra, dos jogos, da igreja católica e das atividades políticas em geral.

Entre os séculos IX e XII, os trovadores, poetas do mundo europeu, também exerciam o papel de noticiários. A partir do Renascimento comercial e do surgimento de práticas econômicas mercantilistas, houve uma expansão na formação de Nações e Estados na Europa e de um intercâmbio econômico sedento por informação.

Em 1440, Gutenberg desenvolve a imprensa, o que permite produzir e reproduzir volumes e impressos, tirando a cultura dos círculos minoritários, democratizando-a e colocando-a ao alcance de todos. Surgem no século XVII jornais semanários na Europa. Depois do Iluminismo e da Revolução francesa, surge uma nova visão intelectual de mundo e de formação de direitos do homem, que de alguma forma extrapola nos jornais. Aos poucos a publicidade foi entrando no veículo chamado jornal, ajudando a baixar o preço final do exemplar e fortalecendo o jornal como um veículo profissional e comercial.

Com a chegada dos meios de comunicação eletrônicos, não perdeu sua importância. Sendo por sua vez o que exerce maior fascínio e, às vezes, para aqueles que usam do poder uma forma de manipulação e opressão ao povo, uma preocupação.

O veículo jornal deve percorrer, ou criar, novos caminhos: em vez da mão única que transporta as decisões do poder até o povo, optar pela via preferencial que leva a voz do povo até os ouvidos do poder. Caso contrário, a sociedade corre o risco de ser governada por entes virtuais, não-presenciais, seres cujos contornos só são conhecidos pelo que é dado para consumo nos meios de comunicação de massa.

Seja qual for o caminho exercido pelo “veículo jornal”, cabem ao leitor os prazeres da dúvida e deles atribuir suas críticas para a investigação da notícia em questão. Com tudo, uma vez que a sociedade, como deseja o povo, descansa sobre os pilares da democracia, por sua vez, se estruturou em colunas igualmente resistentes, as colunas do jornal. Obrigado a todos que nos ajudaram a escrever esta bela história de lutas e resistências nos nossos 11 anos de vida! Vida longa ao JC!

Danilo Manha

Danilo Manha é jornalista, radialista, pós-graduado em comunicação empresarial e gestão pública, mestre em comunicação e repórter da TV Record.


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