
Alinhavos eleitorais para 2012
Corrupção e impunidade de Cabral a Palocci.
Dois pesos, duas medidas
Os 346 anos de Atibaia
O Brasil sob tutela dos cartolas do futebol
O Itamar Franco
Os milagres de Nossa Senhora da Consolação
A crise dói no lombo do povo
A visita do senhor resistência
Tome uma atitude
O Perfil dos eleitores
O triste fim da velha política
Atibaia, cem anos de enchentes
A Derrama chamada CPMF
A urbanização da praça da matriz
Crise ou fim do capitalismo?
Lições da juventude
Reflexões políticas para 2012
Protestos contra a corrupção
Jogue o lixo no lixo
Políticas e políticos atibaienses
A invasão da USP
Retrocessos autoritários à vista
O sangue do século 20
As chuvas vêm aí
O pioneirismo na educação atibaiense
Sobre a delicadeza humana
A Dilma em Cuba
Os meninos da feira
Um bode na sala
O voto consciente A propósito dos recentes escândalos notociados pela mídia , envolvendo o Sandro Saad, que atuou por muitos anos em Atibaia, republico o artigo "Tome uma atitude", na esperança de que os setores competendes da urbe tomem as providências de moralidade cabíveis na espécie. A questão reflete a corrupção que há muito assola o nosso planeta, nosso país e a nossa sociedade. A cada dia uma dúncia. Basta!
A ditadura militar de 1.964, inspirada na doutrina Delfin Neto, implantou no país o maravilhoso “ milagre econômico” e deu com os burros n´água. Hoje, o tal “ milagre econômico” voltou à parada de sucessos, meio a uma crise econômica mundial sem precedentes. Exatamente como antes, o povo continua desatendido em suas necessidades básicas. Um tostão para os pobres e bilhões para os banqueiros. A mídia informa: agora, como no regime fardado, a corrupção grassa solta.
Que fazer? A propósito, corre pela Internet um texto de autoria desconhecida, muito interessante, que transcrevo com a devida vênia do leitor.
“Investigações demonstram que a diferença entre os paises pobres e os ricos não é a idade. Isto pode ser demonstrado por paises como a Índia e Egito, que tem mais de 2.000 anos e ainda são muitos pobres.
Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos eram desconhecidos, hoje são países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre paises pobres e ricos tampouco está nos recursos naturais disponíveis.
O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. Este país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e explorando produtos manufaturados.
Outro exemplo é a Suíça, que não produz cacau, mas que tem o melhor chocolate do mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, produz laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que oferece uma imagem de segurança, ordem e trabalho, transformando-se no caixa-forte do mundo.
Executivos de países ricos, que se relacionam com países pobres, evidenciam que não existe diferença intelectual realmente significativa, entre ambos.
A raça, a cor da pele tampouco são importantes: imigrantes qualificados como preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.
Onde está então a diferença ? A diferença é a ATITUDE das pessoas, moldada no decorrer dos anos pela educação e cultura.
Ao analisar a ATITUDE das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida.
1. A ética como princípio básico; 2. A integridade; 3. a responsabilidade; 4. O respeito às leis; 5. O respeito pelos demais cidadãos; 6. Amor pelo trabalho; 7. O esforço para economizar e investir; 8. O desejo de superar; 9. A pontualidade.
Nos países pobres, apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua v ida diária.
Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco. Somos pobres porque nos falta ATITUDE . Nos falta vontade para cumprir e assumir esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.
Somos assim por querer tomar vantagem sobre tudo e todos.. Somos assim por ver algo que está mal e dizer : “ deixa como está”.
Devemos ter atitudes e memória viva . Só assim mudaremos o Brasil de hoje. Reflita sobre isso e ajude o país a mudar.”
Divergências à parte, o caro leitor já tomou a sua decisão?

Gilberto Sant´Anna é advogado e ex-prefeito de Atibaia.
Contato: gilbertosant@terra.com.br





