
De volta no ar!
Preguiça não é deficiência
Pintando o sete
Sou Mãe, não sou babá
Agora, eu caso!
Mãe natureza!
A sonhada universidade!
Natal Recheado
União perfeita
E agora?Meus caros leitores, após um ano e quatro meses juntinhos compartilhando com vocês minhas histórias, críticas, alegrias e pensamentos do meu mundo "diferente" e de mais de 10 milhões de pessoas como eu, só aqui no Brasil. Fiquei ausente alguns meses, sei, sei, não fiquem bravos comigo, agora estou de volta e muito melhor, porque agora estou no Portal do JC, espaço ilimitado para escrever, escrever e escrever. Muito mais histórias e informações pra vocês!
Aproveitando esse espaço, vou compartilhar um texto que desconheço o autor, mas acho incrível, me identifico muito e me faz sentir, ainda mais orgulhosa de ser assim especial, única e diferente [risos].
Boa reflexão e leitura!
Quando perguntávamos aos entrevistados de uma pesquisa qual a razão da admiração que sentiam por quem consideravam "pessoas especiais", a resposta era quase sempre esta:
Essa pessoa é "diferente!"
E quando perguntávamos: -"Diferente" em quê?
A resposta era quase sempre: -"Diferente" em tudo!
De fato, as pessoas especiais, sejam elas o que forem, são "diferentes" das demais.
Elas pensam de forma diferente.
Agem de forma diferente.
Enxergam a vida e o mundo de maneira diferente.
Elas são mais positivas.
Acreditam em si próprias.
Conseguem enxergar oportunidades nas crises.
Elas participam mais. Comprometem-se mais.
Terminam as coisas que começam. Dão atenção aos detalhes em tudo o que fazem.
São polidas e educadas e além da "boa intenção" tem muita sensibilidade e empatia para colocar-se no lugar das outras pessoas.
Elas ouvem mais do que falam.
Elas respeitam as opiniões alheias.
Elas sabem dizer "eu não sei" e dizem com freqüência "eu não compreendi...".
São pessoas simples e objetivas.
Não usam vocabulário rebuscado e complexo.
Falam e agem com simplicidade e têm muito foco em tudo o que fazem.
Daí a "diferença".
A diferença positiva está mais na simplicidade do que na complexidade, mais na humildade do que na arrogância, mais no "ser" do que no "ter".

Simone Lazzarini é estudante de jornalismo da FAAT, tem 26 anos e é portadora de necessidades especiais.





