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07/11/2018 s 10:05

Panorama Poltico Semana 27 outubro a 02 novembro

Confira os que acontece nos bastidores da poltica de Atibaia

ANÁLISE I

O quase ‘avulso’ candidato Presidencial Bolsonaro (pelo pequeno PSL) tornou-se o maior fenômeno eleitoral do Século 21, na medida que teve míseros segundos de propaganda (rádio e tv), sobrevivendo das redes sociais (Internet) . Foi a realidade do povo nas ruas, sem histórias instantâneas pra serem deletadas instantaneamente que levaram Bolsonaro ao 2º turno. Quase faturou no 1º, com cerca de 50 milhões dos votos válidos). 


ANÁLISE II

Depois partiu para narrativas, sem recolher a espada a favor de valores cristãos (literaturas bíblicas) das famílias. A facada, quase mortal no estômago, transformou sua campanha num palanque privilegiado com internação em hospital no qual por conta disso, não foi aos debates do 2º turno, fato que contribuiu muito pra consolidar seus pensamentos, falas e ações. No substrato do seu ser, Bolsonaro segue ‘agradecendo’ ao criminoso que, ao tentar matá-lo, deu ainda mais vida ao ‘mito’. 


ANÁLISE III

Na esteira de tudo o que aconteceu até a eleição consagradora no último dia 28 de outubro. Seus filho Eduardo (deputado federal por São Paulo reeleito com 1,8 milhões de votos, maior votação da história das eleições brasileiras). Seu outro filho, Flávio (deputado estadual no Rio de Janeiro) foi eleito pro Senado como o que teve mais votos entre os 2 mais votados. O outro irmão, Carlos, além de ser o mais vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, tá no 5º mandato, sendo quem sempre cuidou da imagem do pai nas redes sociais. Em 2020 o Eduardo pode disputar a prefeitura paulistana e o Carlos a prefeito do Rio.


GARCIA

Deputado federal Rodrigo Garcia (DEM ex-PFL), eleito vice (na chapa do PSDB de Doria), já coordena a transição com o governador França (dono paulista do PSB). Ex-deputado e ex-presidente na ALESP, vai ser decisivo na eleição da Mesa.


C O N G R E S S O

Após Edir Macedo correr todos os riscos colocando a igreja Universal, a rede Record (tv) e o PRB à serviço da eleição de Bolsonaro (PSL ainda nano), a fatura não será pequena. Vem aí Ministério e Secretaria (SP) com BolsoDoria (PSDB).


PESQUISA

Pior que Ibope e Datafolha ‘apostarem’ em ‘virada’ de Haddad (PT do Lula) na cidade de São Paulo, foi a Vox Populi ‘apostar’ (Brasil) que Bolsonaro (PSL) teria despencado pra 50%, empatado com Haddad. Assim, nem com ‘Jesus na causa’.


P A R T I D O S

Donos e sócios preferenciais dos 35 partidos brasileiros (30 com eleitos pra Câmara dos Deputados) já estão em guerra literal pelas possíveis fusões com os que superaram as cláusulas de desempenho e seguirão recebendo dinheiro do Fundo Partidário, além de estrutura (liderança) e participação nas comissões. Acontece que, dependendo de quantos forem os ‘fundidos’, quem vai abrir mão de se tornar dirigente (ainda que menor) na sigla que vai abrigá-los?


FUTURO I

Embora tenha feito grande votação, França (dono paulista do PSB) vai ter muito tempo pra reestruturar o partido e partir pra muitos voos, inclusive talvez ser candidato ao Senado 2020,  se os aliados Alckmin e Serra (PSDB) não sejam.


FUTURO II

Com a projeção que agora tem na sua história de candidato Presidencial, Haddad (PT do Lula) pode pensar tranquilamente em disputar o Senado 2020. Seus votos no Estado de São Paulo lhe dão tal perspectiva real. É o ano de 1 só vaga.


FUTURO III

No PT (ainda do Lula), o ex-prefeito paulistano e derrotado candidato Presidencial Haddad ‘lambe as feridas’ e se diz sobrevivente do que o partido pode reconstruir após as 2 últimas eleições que o deixaram quase que em escombros.


FUTURO IV

No PSDB (ainda de FHC, Alckmin e Aécio), o ex-prefeito paulistano e eleito governador vai promovendo ‘descidas dos muros’, tipo ‘exterminador do passado’. Tem tudo pra se tornar novo sócio preferencial nacional. Dono estadual já é!


FUTURO V

No PSB, cujos donos pernambucanos e o ex-ministro Barbosa (1º preto no Supremo) foram derrotados junto com o PT (ainda do Lula e do Zé Dirceu) o futuro ficou bem incerto pelas perdas em São Paulo e Brasilia. No MDB de Temer, a consolação é de que mesmo que o PSL de Bolsonaro vire único mega partido, sem o próprio, o DEM (EX-PFL), o PROGRESSITAS (EX-ARENA), o PR (EX-PL) e o que restar do que foi centrão nada feito pra ter votos necessários para as reformas.


FUTURO VI

No PDT (foi de Brizola), Ciro saiu menor (nos votos), mas voltou da viagem maior, na medida que não se tornou mero alinhado do que restou do PT, como foi o caso do barrado PC do B, do REDE da agora nano Marina e o PSOL de Boulos.

Cmara Municipal de Atibaia
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