
Global Green Business
Superando os obstáculos
Sustentabilidade
A cidade dos meus sonhos
Ninguém é substituível
Os extremos da vida!
O direito de sonhar!
Somos cidadãos?
O grande covarde
Baixaria
Marina Silva e o Código Florestal
Voluntários do Sertão
Uma grande ação
Como nascem os corruptos?
Problemas do trânsito estão se agravando
Muita luz na escuridão
A lição do peixe boi
Cidadão Atibaiense
Precisamos de muitas Marias
7 bilhões de habitantes
Que país é este senhor?
O Rei Pelé
Bicicletas feitas com PET
Como Vai seu Mundo?
Por que as pessoas entram na sua vida?
O desafio de incluir, sobre sorrisos e direitos
Ano de Eleição
O drama da Cracolândia
Fazendo a diferença!
Sempre é tempo para recomeçar!
Qual a função do CND?
Carnaval do bem!
Ano da Sustentabilidade
O fim dos lixões
Caronetas
Linda e GabrielEstou tendo a oportunidade de acompanhar a ex-ministra, ex-senadora e candidata a presidente Marina Silva em algumas agendas em virtude de um pequeno documentário que estamos fazendo para o quadro “Ressoar Gente” do “Programa Ressoar”. Assim, aos poucos, fui conhecendo uma Marina diferente da polícia e completamente envolvida em questões que envolvem o meio ambiente
Na Terça-feira o Código Florestal Brasileiro foi um dos principais temas discutidos por Marina Silva, durante a reunião mensal do Conselho Superior de Meio Ambiente (Cosema) da Fiesp.
Para Marina, o texto aprovado pela Câmara dos Deputados está em desalinho com a sociedade. Ela citou os números apurados pela Pesquisa Datafolha em junho deste ano, em que 79% dos brasileiros se dizem contrários à anistia para produtores rurais que desmataram ilegalmente.
Outras medidas contidas no documento, e classificadas como pontos negativos pela ex-ministra, são a diminuição das áreas de preservação permanente, a possibilidade de ter agricultura e pecuária em topos de morros e a permissão para que cada estado brasileiro crie uma legislação específica para o Código Florestal. O que, segundo Marina, geraria “uma espécie de vale-tudo florestal”.
“O aumento da produção deve vir através do ganho de produtividade, e não pela expansão da fronteira agrícola”, destacou. Para que estes e outros pontos sejam reavaliados, ela sugere o envolvimento de vários segmentos da sociedade: “É preciso estabelecer um diálogo entre os diferentes setores para chegarmos a uma alguma convergência e termos um texto de todos os brasileiros”.
O presidente do Cosema, Walter Lazzarini, classificou a anistia como “um desserviço à cidadania e um estímulo ao descumprimento da legislação”. Para ele, o Senado deve fazer uma discussão aprofundada sobre o assunto. “Não para favorecer este ou aquele setor, mas para encontrar um caminho que estimule a produção agrícola e a conservação do meio ambiente”, destacou.
Marina seguiu suas agendas e na próxima semana estaremos juntos novamente. Mas a cada encontro fica o aprendizado de quem vive o meio ambiente em sua essência!

Danilo Manha é jornalista, radialista, pós-graduado em comunicação empresarial e gestão pública, mestrando em comunicação e repórter da TV Record.





